No lado
aberto do Cora��o de Jesus, Pe. Dehon v� nascer a Igreja e
os Sacramentos.
"Os presentes que nosso Senhor espera de n�s s�o:
um cora��o para amar,
um corpo para sofrer
e uma vontade para ser sacrificada
e renunciada, para, em seu lugar, amar acima de tudo a
vontade de Deus e procurar cumpri-la..."
Mediante uma
especial e ardente devo��o ao Cora��o de Jesus, mediante a pr�pria
santifica��o, os Sacerdotes do Cora��o de Jesus devem procurar a
Gl�ria de Deus. Nestas palavras: "Ecce venio, Deus ut faciam
voluntas tuam"("eis
que venho para fazer a tua vontade")(Heb. 10,7), e nestas outras:"Ecce
ancilla Domini, fiat nihi secundum verbum tuum"("Eis
a serva do Senhor, fa�a-se em mim segundo a tua palavra" - Lc 1,
38), encontram-se toda a nossa voca��o, a nossa finalidade, o nosso
dever, as nossas promessa. (Dir. Espiritual de Pe. Dehon, p�g: 28)
Nosso Carisma...
Amor e
Repara��o."Eis o que
nos pede o Nosso Senhor atrav�s de nossas obras. Amar ao Pai que
tanto nos ama. Amar ao Filho que, em prova de seu Amor para conosco,
cumpriu a vontade do Pai, por n�s morrendo na cruz. Amor ao Esp�rito
Santo que vela sobre nossas obras, nossos atos de amor. A repara��o
� entendida como um oferecimento de toda a nossa vida, nossas obras
e agir, para reparar, para compensar os cora��es que ainda n�o amam
ao Cora��o de Jesus."
O que somos: "Oblatos"
A
inten��o inicial e original de Pe. Dehon, ao fundar a Congrega��o �
que ela fosse chamada de "Oblatos do Cora��o de Jesus" A "obla��o" �
o cerne da espiritualidade dehoniana e a sua m�stica. Oblato �
aquele que se oferece sem reservas a Deus, buscando Fazer sempre sua
vontade. � aquele que abre m�o da pr�pria vontade, para fazer a
vontade de Deus.
O dehoniano deve ser reconhecido por atitudes que nascem de sua
uni�o � obla��o de Cristo e que marcam todo o seu ser:
disponibilidade, amor � Eucaristia, obedi�ncia, esp�rito de comunh�o
(sint unum), coragem de arriscar a vida pelo evangelho em favor dos
irm�os (sacrif�cio), solidariedade e gratuidade.
Enfim, o oblato deve ter um cora��o grande, capaz de acolher, amar e
servir. Assim o dehoniano � chamado a ser e a viver.
O
significado de nosso carisma se resume em uma frase:
"Uni�o � obla��o reparadora de Cristo ao Pai em favor da humanidade"
(cf Cst 6)
O que fazemos: "Repara��o"
Se a obla��o
define o ser dehoniano, a repara��o, por sua vez, � o eixo central
do "fazer"; � o crit�rio que norteia as op��es apost�licas.
Fazer repara��o significa: "acolhimento do Esp�rito (cf.1Ts
4,8), uma resposta ao amor de Cristo, comunh�o ao seu amor pelo Pai
e colabora��o com sua obra redentora no mundo" (Constitui��es, n.
23). O dehoniano faz repara��o quando acolhe o Esp�rito que renova
os cora��es. Na Igreja, os dehonianos s�o chamados a ser servidores
da reconcilia��o (cf. 2Cor 5,17-18). Por isso, os Dehonianos s�o
chamados a ser"Profetas
do amor e ministros da reconcilia��o"(Constitui��es, n. 7). a
repara��o, por sua vez, � o eixo central do "fazer"; � o crit�rio
que norteia as op��es apost�licas.
Fazer repara��o significa: "acolhimento do Esp�rito (cf.1Ts
4,8), uma resposta ao amor de Cristo, comunh�o ao seu amor pelo Pai
e colabora��o com sua obra redentora no mundo" (Constitui��es, n.
23). O dehoniano faz repara��o quando acolhe o Esp�rito que renova
os cora��es. Na Igreja, os dehonianos s�o chamados a ser servidores
da reconcilia��o (cf. 2Cor 5,17-18). Por isso, os Dehonianos s�o
chamados a ser"Profetas
do amor e ministros da reconcilia��o"(Constitui��es, n. 7).
Atividade
Apost�lica
Padre Dehon n�o fundou a Congrega��o dos Padres do Cora��o de
Jesus para uma obra determinada. Contudo, a "miss�o reparadora", que
caracteriza o Instituto, sugere algumas op��es apost�licas t�picas
da Fam�lia Dehoniana, tais como:
�
� eucaristia como princ�pio e centro da vida e "adora��o eucar�stica
di�ria" como um aut�ntico servi�o � Igreja;
� � constante solicitude "em especial para com os mais
desamparados" (Constitui��es, n. 5), "com os humildes e os que
sofrem" (Constitui��es, n. 18.28), solidariedade com os "oper�rios e
pobres" e especial aten��o ao apostolado social;
� � empenho em responder �s necessidades pastorais de nosso
tempo;
� � promo��o das voca��es e trabalho para a forma��o de
religiosos e sacerdotes (cf. Constitui��es, n. 31);
� � atividade mission�ria "uma forma privilegiada de servi�o
apost�lico" (Constitui��es, n.31).
Entre outros
servi�os que procuramos prestar � igreja est� o trabalho que
prestamos junto � pastoral da comunica��o, atrav�s do CDC/editora
(Centro Dehoniano de Comunica��o/editora) que desde 1996 edita a
revista "Ir ao Povo", e onde temos est�dio de grava��o que nos
possibilita a grava��o de cds e de programas de TV para aRede
Vida e Can��o Nova.
Em Minas Gerais, na cidade de Lavras temos uma "fazendinha" onde
ajudamos na recupera��o de drogados.
Em S�o Paulo trabalhamos com menores noOrfanato
S�o Judas Tadeu. Enfim, o "ir ao povo" o pedido
de Pe. Dehon para "sairmos da sacristia" est� se concretizando
nestes e noutros trabalhos sociais que prestamos em alguns estados
brasileiros.
Mas o principal � que buscamos "instaurar o Reino de Deus nos homens
e na sociedade".
�
2010 - Congrega��o dos Padres do Sagrado Cora��o de Jesus