Earth Day: Dia do Planeta Terra

by Portal DEHON Brasil 22. abril 2009 13:20

22 de abril é o Dia da Terra, data que tem a intenção de fazer com que as pessoas do mundo todo parem para pensar um pouco em meios para a preservação do meio ambiente que está sendo destruído diariamente pelos homens.

 

Pequenas ações podem levar a uma grande melhora para o nosso Planeta. Não temos o poder de melhorar essa situação porque o que foi feito não tem mais volta, mas temos a capacidade de estagnar no ponto em que estamos. Tudo que temos tiramos em forma de matéria prima da Terra, mas devolvemos em forma de lixo. Esses recursos são finitos e uma hora vai acabar. Depois que isso acontecer, o que você vai fazer? Por isso, essas atitudes devem ser intrínsecas às pessoas. Nada deve ser forçado e sim, algo que venha da consciência de cada um.

 

Veja algumas dicas de como colocar em prática no seu dia-a-dia uma atitude mais "verde", à favor do ar, da saúde e bem-estar das pessoas, da fauna, da flora, das águas, do Planeta Terra.

 

- Procure fazer compra a cada duas semanas, em vez de uma vez por semana, para evitar o desperdício de comida. Coma mais ovos e grãos e menos carne

 

- Uma torneira que pinga uma gota por minuto pode desperdiçar mais de 11340 litros por ano. E ainda aumenta a conta no final do mês.

 

- Uma TV de plasma usa duas vezes mais energia que uma de LCD. TVs grandes também gastam mais energia. Compre apenas a TV do tamanho certo para a sua sala. Aproveite para assistir TV com a família não deixando mais de uma ligada em um mesmo programa

 

- Desista do desodorizador de ambientes. Decore a sua casa com plantas e melhore a qualidade do ar.

 

- Quando o PC está ocioso, ele gasta mais energia. Use o modo econômico de segurança, ou melhor, desligue o monitor e o computador quando não estiver usando

 

- Quando for trocar o seu computador ou telefone celular, recicle os eletrônicos velhos em vez de jogá-los no lixo

 

- Tome banhos mais curtos para economizar água

 

- Instale lâmpadas com sensor de presença nas áreas externas. Assim, elas só acendem quando você precisar delas

 

- Se tiver espaço em casa, faça uma pequena horta

 

- Tampar a panela enquanto uma comida cozinha faz com que seja aproveitado o calor que se dissipa no ar

 

- Faça coleta seletiva na sua casa. Promova a reciclagem.

- Prefira embalagens recicláveis

- Verifique a integridade do escapamento do seu veículo para garantir que a emissão de gás carbônico não seja excessiva

- Tente dar mais caronas e usar o transporte público. Dirigir sozinho pode ser caro, e solitário

- Quando for fazer compras, prefira sacolas reutilizáveis àquelas descartáveis.

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Notícias

Caso da menina violentada no Brasil não se pode reduzir à questão da excomunhão

by Portal DEHON Brasil 15. março 2009 00:23

O presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, afirmou que o caso da menina violentada no interior do Estado do Pernambuco não se pode reduzir à questão da excomunhão. A menina de nove anos sofria violência sexual por parte do padrasto, na cidade de Alagoinha, do que resultou gravidez de gêmeos, interrompida na semana passada.

Dom Geraldo Lyrio expressou nesta nesta sexta-feira, 13 de março, em Brasília –segundo informa a Sala de Imprensa da CNBB–, seu pesar diante do episódio. O organismo episcopal havia divulgado sobre a questão  - leia.

"Eu fico pensando na situação da mãe desta criança e nos demais familiares. É um enorme sofrimento, uma humilhação ter uma criança sendo explorada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos de idade", afirmou.

"Isto é uma coisa repugnante e me causa estranheza que este aspecto tão repugnante tenha se diluído diante da história da excomunhão, que precisa, sim, ser tratada. Porém reduzir uma problemática deste porte unicamente ao episódio da história da excomunhão é esvaziar uma questão sobre a qual a consciência nacional precisa ser despertada", disse. 

Ainda de acordo com a Sala de Imprensa da CNBB, Dom Geraldo esclareceu que excomunhão não é sinônimo de condenação ao inferno, mas trata-se de um ato disciplinar da Igreja. "A excomunhão existe para chamar atenção para a gravidade do ato. O aborto traz consigo essa pena porque está se diluindo a gravidade do aborto até mesmo entre os cristãos. Quem viola isto, se coloca fora da comunidade eclesial", esclareceu. 

Segundo o presidente da CNBB, o estupro não é penalizado com a excomunhão porque todos já têm consciência de que se trata de um ato repugnante.

"O estupro é uma coisa tão repugnante que a Igreja não precisa chamar a atenção para ele, está na consciência de todos. O aborto não, por isso a excomunhão não é só para punir, mas para que quem praticou o ato possa perceber a gravidade e buscar sua reconciliação", afirmou Dom Geraldo. 

O secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara, explicou que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, "não excomungou ninguém", apenas lembrou uma norma que existe no Direito Canônico.

"Em alguns casos especiais se prevê este tipo de pena, como por exemplo, a profanação do Santíssimo Sacramento, ou o caso do padre que revela um segredo de confissão, em que a pessoa, pelo simples fato de cometer este tipo de ato, se coloca fora da comunhão da Igreja", explicou. É a chamada excomunhão latae  sententiae.

Dom Dimas disse que, para incorrer em excomunhão, a pessoa precisa ter consciência da gravidade do ato e liberdade para praticá-lo.

Ainda de acordo com a Sala de Imprensa da CNBB, o secretário-geral disse que a Igreja considera o aborto um ato grave, sobretudo por aqueles que o praticam conscientemente. "Os que praticam o aborto com consciência e as clínicas de aborto não estão em comunhão com o pensamento cristão em defesa da vida", afirmou. 

O bispo deixou claro também que a criança violentada não incorreu em excomunhão. "Eu acredito que a mãe dela também não [incorreu na excomunhão] porque ela agiu sob pressão", disse.

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Demarcação contínua de Raposa é apoiada por maioria no STF

by Portal DEHON Brasil 10. dezembro 2008 19:55

O Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu: a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, deve ser contínua, os arrozeiros que ocupam a região terão de deixá-la, mas os índios ou a Fundação Nacional do Índio (Funai) não podem impedir que a União entre nas terras para defender as fronteiras ou construir escolas e hospitais. Apesar da decisão antecipada de 8 dos 11 ministros, um novo pedido de vista, desta vez do ministro Marco Aurélio Mello, deixa suspensa a solução do conflito em torno da demarcação, que já dura 31 anos.

Também está pendente a decisão do tribunal sobre cassar ou não uma liminar que mantém os arrozeiros na reserva. A retomada do julgamento dependerá apenas de Marco Aurélio e deverá ficar para 2009, pois o Judiciário entra em recesso na próxima semana. Enquanto o julgamento não é concluído, os arrozeiros poderão permanecer na área. A tensão na região, portanto, não deve se dissipar antes da decisão final do STF.

A sessão de ontem começou com o voto do ministro Carlos Alberto Direito, praticamente três meses depois de suspenso o julgamento. Em agosto, depois do voto de Carlos Ayres Britto, relator da ação, favorável aos índios, Direito pediu vista. Por isso, o governo esperava dele um voto divergente, contrário à demarcação contínua. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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